Sofesta

Quadrilha explodiu o cofre errado e fugiu sem levar dinheiro em Cametá, diz governador do Pará

A ação envolveu mais de 20 criminosos armados com armas de grosso calibre e deixou um refém morto e um morador baleado na perna, sem gravidade. Também espalhou [...]

Por Juka Martins em 02/12/2020 às 23:04:33

A ação envolveu mais de 20 criminosos armados com armas de grosso calibre e deixou um refém morto e um morador baleado na perna, sem gravidade. Também espalhou pânico entre os moradores da cidade de pouco mais de 140 mil habitantes, um dia após crime semelhante em Criciúma (SC).

De acordo com Barbalho, as imagens de câmeras de segurança da agência bancária e de outros comércios no município podem ajudar a esclarecer o crime. Os depoimentos dos reféns já ajudaram a identificar que há pessoas de outros estados entre os criminosos.

Em nota, a Segup (Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará) confirmou a informação dada pelo governador. Segundo a pasta, nas investigações constatou-se que os membros da quadrilha possuem sotaque nordestino, o que levanta a suspeita de serem de fora do estado.
Imagens de câmeras de segurança também serão analisadas no percurso feito pela quadrilha entre o centro de Cametá e a rodovia BR-422, no município vizinho de Baião.

Foto: Reprodução/Twitter

Os dois veículos usados no crime foram identificados e devem passar por perícia em busca de impressões digitais, segundo informações da Segup. Um deles era uma picape que teria sido usada no transporte de criminosos e reféns e que foi encontrada abandonada, com explosivos, no km 40 da BR-422, em Cametá. Cerca de 40 km à frente, um outro veículo, também com explosivos, foi encontrado dentro do rio Itaperuçu, no município de Baião, segundo a secretaria.

Ainda na madrugada desta quarta (2), o governo do estado enviou policiais de grupos de elite das polícias Militar e Civil e do Núcleo de Inteligência para reforçar a segurança na região. A cidade também recebeu o suporte de dois helicópteros e uma embarcação, já que é circundada pelo rio Tocantins e a polícia suspeita que os criminosos tenham fugido pelos rios.

Em nota, o Banco do Brasil informou que não há registro de funcionários feridos e que o banco colabora com as investigações policiais para solucionar o caso.

Fonte: Banda B

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