Home / Notícias / Vigilância Ambiental realiza na próxima semana levantando de índice de infestação do Aedes

Vigilância Ambiental realiza na próxima semana levantando de índice de infestação do Aedes

vig-ambie-2 vig-ambie-6

A Vigilância Ambiental da 6ª Gerência Regional de Saúde, em parceria com os 24 municípios de sua jurisdição, realiza o LIRA/LIA – Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti, com programação que inicia na segunda-feira 24 e será concluída dia 28, na sexta-feira.

Nesta semana todos os supervisores da regional se reuniram para traçar o cronograma de atividades. Existe toda uma preocupação para que o trabalho amostral seja bem executado, oferecendo números fidedignos com a realidade de cada localidade.

O levantamento será feito nos imóveis urbanos, através de visitas programadas. Dos 52.851 imóveis urbanos de Patos, haverá inspeção em 2.158. Em cada imóvel os técnicos ambientais fazem a busca ativa do Aedes, verifica depósitos e todo tipo de recipiente que possa servir de criadouro para o mosquito, transmissor de várias doenças, a exemplo da dengue, chikungunya, Zika, febre amarela.  A Zika está associada à microcefalia, grande preocupação, não apenas do Brasil, mas mundo afora. Em nosso país, desde o início das investigações da doença, ano passado, já tivemos 2.033 casos confirmados, sendo 170 óbitos confirmados.

Pelo LIRA é possível medir o risco de epidemia, através das estatísticas. O Índice de Infestação Predial menor que 1º é considerado pelo Ministério da Saúde como baixo risco de epidemia. De 1 a 3% já há médio risco e de 3% de alto risco. O levantamento amostral serve de parâmetro para que os municípios possam fazer sua programação de combate ao mosquito, inclusive conhecendo as áreas mais críticas, onde há maior presença do Aedes.

Não é à toa que esse trabalho de campo precisa ser intensificado. A aproximação das chuvas requerer cuidados redobrados. A água ajuda à proliferação do mosquito (fêmea), que deposita seus ovos, cerca de 450, para que possam eclodir e continuar seu ciclo de vida, que dura em média de 30 a 45 dias. “O trabalho educativo é crucial e a população precisa ter todos os cuidados necessários para eliminar possíveis criadouros do Aedes”, comenta Eugênio Pacceli, da Vigilância Ambiental.

 

Marcos Eugênio (6ª GRS)

Sobre Cristiano Ricelli

Cristiano Ricelli

Veja Também

701377_orig

Veja perguntas e respostas sobre recuperação judicial

A petroleira OGX, do empresário Eike Batista, informou nesta terça-feira (29) que após meses de ...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *