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Polícia fecha fábrica clandestina de queijos em Campina Grande

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A Polícia Civil, por meio do trabalho investigativo da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de Campina Grande, fechou nesta quinta-feira (17) uma fábrica clandestina de queijos que funcionava na Rua José Firmino da Silva, no bairro Jardim Paulistano, durante uma operação batizada de ‘Black Fraude’. Na ação foram presos os irmãos Maxsuell Andrey Batista e Marco Antônio Barbosa Silva. Eles estavam no estabelecimento e no local a polícia encontrou documentos comprovando que a fábrica pertence à Maxsuell Andrey.

A polícia chegou até o local durante um levantamento que começou há dois meses motivado por uma ligação feita para o número 197 Disque Denúncia da Secretaria de Segurança e da Defesa Social (Seds). No telefonema anônimo a pessoa falou da existência de uma casa que estaria sendo usada para fabricar e comercializar queijos dos tipos mussarela e reino. Segundo o denunciante, a empresa, além de não ter registro para isto, ainda vendia os queijos com prazo de validade vencido.

Foi realizada uma campana e depois da comprovação da denúncia os policiais entraram no estabelecimento. “No local existia uma grande quantidade de queijos e torradas que, segundo os responsáveis pela fábrica clandestina, seriam raladas para fazer farinha de rosca. Os irmãos também informaram que tudo era vendido em um mercadinho que eles têm, mas não falaram onde compravam o material apreendido. Além dos queijos também foram recolhidos os rótulos para saber se o CNPJ gravado neles é verdadeiro ou não”, disse a delegada Suelane Souto.

Nesta operação a Delegacia de Defraudações e Falsificações contou com o apoio da Vigilância Sanitária Municipal e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os órgãos vão analisar os alimentos apreendidos. Os irmãos Maxsuell Andrey e Marcos Antônio foram autuados em flagrante por estelionato e adulteração de produtos alimentícios. Os investigados estão recolhidos na carceragem da Central de Polícia de Campina Grande aguardando a audiência de custódia.

 

 

 

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Cristiano Ricelli

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