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Efraim Filho propõe incentivo a vasectomia pelo SUS; médico descarta riscos

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O deputado federal Efraim Filho (DEM) defende que a vasectomia,  nome dado ao processo de esterilização masculina, seja mais divulgado e incentivado pelo Sistema Único de Saúde como alternativa de planejamento familiar. Para Efraim Filho a vasectomia deve ser encarada como prioridade para a saúde pública. Médico urologista paraibano, Alexandre Aranha, descarta risco de impotência.

Para o parlamentar, a decisão de facilitar o acesso à vasectomia na rede pública deve ser prioritária para a política de planejamento familiar. Com isso, Efraim Filho disse que vai solicitar ao Ministério da Saúde ações no sentido de popularizar o método contraceptivo. “É o método anticoncepcional com o melhor custo-benefício. A pílula tem o risco de ser esquecida. E a ligadura de trompas tem maior complexidade, com maiores custo e risco”, destacou o deputado.

“A vasectomia é o melhor método para planejamento familiar para o indivíduo e para o SUS, porque tem um custo fixo. Melhor do que o governo distribuir pílulas todo mês, a mulher não tomar direito ou preservativo que não chega”. Outra vantagem, segundo Efraim Filho, é a baixa complexidade da técnica.

Atualmente, a lei prevê que os homens podem ser submetidos à vasectomia quando têm a partir de 25 anos ou dois filhos.

Segundo o deputado, os homens que optarem pela vasectomia terão mais facilidade. Atualmente, a vasectomia é oferecida em hospitais públicos, com internação e fila de espera. Quando o programa for implementado, o interessado poderá agendar uma consulta no ambulatório, onde será feita a cirurgia.

De acordo com o médico urologista, Alexandre Aranha, a cirurgia de vasectomia dura em média 30 minutos, não precisa internação e o paciente vai para a sua residência logo após o seu término. O risco de complicações é mínimo e o tempo de recuperação é de cerca de 3 dias para retornar às atividades básicas diárias e ao trabalho. Atividades físicas mais intensas devem ser evitadas antes de 14 dias.

Médico urologista, Alexandre Aranha (Foto: Divulgação)

Impotência – Alexandre Aranha afirmou que não há efeitos colaterais, não há risco de provocar doenças ou impotência e a quantidade de esperma na ejaculação não se altera. No entanto, o especialista destaca que a cirurgia deve ser realizada, preferencialmente, por um urologista experiente – habituado com a técnica cirúrgica – de forma a garantir o resultado do procedimento.

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Cristiano Ricelli

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